Dezpótico agora faz parte da JHN
A ausência de posts no mês de novembro/dezembro não são descaso do autor. Na verdade, o Dezpótico agora faz parte de um projeto maior… a partir de janeiro, já faz parte da JHN Empreendimentos Comunicacionais, uma empresa de mídia segmentada aqui do Rio Grande do Sul. Com isso, o Dezpótico vai passar por mais uma pequena série de mudanças (de novo), e dessa vez vai assumir de vez seu lado jovem, se voltando para um público totalmente acadêmico, acompanhando faculdades e agências experimentais. A marca além de ser blog, também vai ser seção em uma revista sobre publicidade!
Estou com sinceras expectativas para 2010, e espero que todos os visitantes do blog continuem nessa empreitada jornada caminhada aventura epopéia conosco (que poético).
Estarei sorteando na re-estréia do blog alguns brindes, um deles é o excelente livro do Raul Rosenthal, “Sonhar Acordado”.
Um abraço, feliz natal e um 2010 do caralho!
Marketing: Inovar para avançar

Ano a ano o Marketing tem conquistado maiores investimentos e destaque nas empresas, dos mais variados segmentos, mostrando assim sua importância para o desenvolvimento de estratégias das empresas de sucesso para as empresas, bem como para a compreensão, manutenção e prospecção de seus clientes.
Se em um passado o Marketing era visto como uma área de escoar recursos exagerados com ações muitas vezes duvidosas, atualmente tem se apresentado como uma área responsável por otimizar recursos em busca de maiores resultados.
O pior do marketing #5


Vou tentar adicionar alguma interpessoalidade aqui no blog pra ver como as coisas ficam hehe…
Essa charge vi no Propmark, gostei, e resolvi postar aqui.
É um ponto de vista legal, e tem tudo a ver com os temas em pauta na mídia, principalmente com esse novo argumento das autoridades cariocas, de que o Rio de Janeiro não é um lugar violento por completo, só em algumas partes… Vai ver o próximo passo é levantar um muro lá e criar uma espécie de 13º Distrito…
Brading. Hum?

Em um cenário no qual os consumidores possuem muito mais possibilidades de escolha, as empresas podem ser embaladas por modismos ou mudanças repentinas. No entanto, implementar um projeto de branding exige estratégia e planejamento, além do envolvimento de todos os profissionais da organização.
Não seja inteligente demais

Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de pronunciar seu discurso de estréia na Câmara dos Comuns, foi perguntar a um velho parlamentar, amigo de seu pai, o que tinha achado do seu primeiro desempenho naquela assembléia de vedetes políticas.
O velho pôs a mão no ombro de Churchill e disse, em tom paternal:
“Meu jovem, você cometeu um grande erro. Foi muito brilhante neste seu primeiro discurso na Casa. Isso é imperdoável. Devia ter começado um pouco mais na sombra. Devia ter gaguejado um pouco. Com a inteligência que demonstrou hoje, deve ter conquistado, no mínimo uns trinta inimigos. O talento assusta”.
E ali estava uma das melhores lições de abismo que um velho sábio pôde dar ao pupilo que se iniciava numa carreira difícil.
Happy Birthday Banner

A publicidade na internet faz aniversário agora em outubro: são 15 anos. O primeiro banner na web surgiu em 1994 quando as empresas AT&T, Volvo, Club Méd e MCI contrataram a HotWired, um site comercial, para colocar um banner nas páginas.
A pioneira AT&T pagou cerca de US$ 60 mil dólares na campanha batizada de “You Will”, no ar por 24 semanas. O banner, com tamanho de 468 por 60 pixels, perguntava: Você tem clicado direito aqui?
De acordo com o jornal espanhol El País, a maior dificuldade do HotWired em 1994 era decidir o preço a ser cobrado. “Nós sabíamos que o serviço poderia gerar interesse e tráfego. O que não sabíamos era quanto cobrar”, disse Rick Boyce, diretor de arte da empresa.
Porém, há controvérsias sobre esta ser a primeira forma de anúncio na internet. Segundo TIM O´Reilly, o primeiro a pagar por um anúncio na rede foi Dan Appelman, de um escritório de advocacia, que desembolsou US$ 5 mil para patrocinar uma seção da GNN (Global Network Navigator), em setembro de 1993.
Post da Adnews
Fonte UOL Gigablog
Nota do Autor: Putz! Tô passando por um dilema desses de quanto cobrar. Foda.
O pior do marketing #4

Sensacional ponto de vista. As coisas são assim mesmo. O legal é que você não sabe o nome de se quer um destes operários egípcio… em compensação todas os integrantes das dinastias são lembrados… certas coisas não mudam… Viva Marx e Maquiavél! (ironia)
Via O Esquema
Nota do autor: Aproveitando o post, estou procurando alguém pra me ajudar a manter o conteúdo do Dezpótico. Diretamente. Postando pelo admin mesmo. Interessados em saber as condições ou necessidades para tal, entrar em contato pelo e-mail tmdigital@tmdigital.com.br ! Abraço !
Microsoft e Windows 7

Nessa quinta-feira (22) a Microsoft promove o lançamento mundial do sistema operacional Windows 7, que sucederá o Windows Vista. No Brasil, a campanha de divulgação traz a assinatura “Incrivelmente Simples”, desenvolvida a partir do conceito global “Your PC Simplified”. Com criação da agência Wunderman, responsável pela comunicação do produto no país, as ações foram elaboradas a partir dos pilares simplicidade, segurança e velocidade, algumas das principais características do software. (Opa, ainda não usei o W7, mas parece uma proposta interessante).
Evolução das Mídias
Está rolando pela blogosfera e afins, uma gráfico comparando as possibilidades de mídia no ano de 1980 e 2009. Tal gráfico mostra principalmente a quantidade de opções midiáticas que a tecnologia digital abriu através da internet. Como eu sou um cara que gosta de história, e acredito naquela máxima “estude o passado para entender o futuro” acho que o gráfico ficou meio anacrômico e tendencioso. O ser humano do secúlo 21 tem uma tendência a ficar “maravilhado” com as evoluções tecnológicas do seu contexto. No gráfico em questão por exemplo, é citado o Google como um meio de mídia de 2009, mas seu equivalente em 1980, que seria a lista telefônica de páginas amarelas é totalmente ignorado no ano de 1980. Do jeito que as coisas são colocadas parece que em 29 anos as coisas simplesmente brotaram e que a história de nossa comunicação foi algo irrelevante, não se quer nem influenciando os conceitos de hoje.
Mas vamos ao mapa, que não deixa de ser interessante no lado de 2009:

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Comercial Japonês de Fanta - Putz!
Nossa… os comerciais japoneses são realmente estranhos. Eu não posso julgar a funcionalidade na cultura oriental, mas vendo isso aqui no Brasil… BIZARRO. Eu que não queria tomar essa Fanta. Quer dizer… eu não vejo muita lógica linear nisso tudo… espirrar uma latinha alumínio pelo nariz, latinha essa que em seu conteúdo tem refrigerante gaseificado sabor laranja enquanto escreve em um caderno vestindo uma camiseta verde listrada.
Segue abaixo, mais amostras destes comerciais extraordinariamente significativos e semânticos da cultura japonesa:






